28 de dezembro de 2007

"Museu das Crianças"


Olá a todos…


Desta vez deixamo-vos como sugestão que visitem o site do “Museu das Crianças”.


Este espaço promove diversas aprendizagens e fomenta o espírito crítico, a curiosidade e imaginação das crianças.


“O Museu das Crianças tem vindo a desenvolver um esquema de comunicação moderno e divertido, motivando as crianças para a descoberta de si próprias e do mundo que as rodeia, despertando nelas a imaginação, a fantasia e o prazer de aprender.” Associação Acordar História Adormecida

21 de dezembro de 2007

“Pobres mas ricos”

“Um homem muito rico levou o sue filho a dar um passeio. Antes de partirem de casa, disse-lhe:


- Quero que vejas como vivem as pessoas simples do campo. Nós, que vivemos na cidade, talvez desconheçamos a realidade do mundo rural. (…)


Dirigiram-se a uma aldeia muito humilde, perdida nas montanhas. Foram acolhidos por uma família e aí estiveram apenas durante um dia e uma noite.


Pai e filho viveram com essa família como se fossem membros dela, sendo acolhidos com toda a amabilidade.


Ao chegar a hora da despedida, deixaram o campo e regressaram à cidade.


Ao chegarem a casa, o pai perguntou ao filho:


- Que te pareceu a viagem? Gostaste?


- O filho respondeu:


(…) – Nós temos uma piscina de vinte e cinco metros, e eles têm um rio que vai desaguar ao mar. Nós temos umas lâmpadas no pátio da casa, e eles têm as estrelas do céu. O nosso pátio chega até ao muro da casa, e o deles perde-se no horizonte.”


Pedrosa Ferreira


Neste Natal sê humilde, olha para o que te rodeia, valoriza tudo o que é simples e singelo e sê feliz!


16 de dezembro de 2007

Projecto Tampinhas

“A ASSOCIAÇÃO TAMPA AMIGA surgiu na sequência de um projecto desenvolvido em 2003 pela Enf.ª Guadalupe Jacinto, quando esta decidiu contactar empresas de reciclagem e valorização de resíduos no intuito de lançar esta ideia simples:



1. Recolher tampas de plástico


2. Vender para reciclagem


3. Oferecer Material ortopédico a quem mais dele necessita.” Associação Tampa Amiga


Deste modo, em 2004, foi lançada uma campanha de recolha de tampas na Margem Sul (Concelhos de Almada e Seixal) com o intuito de ajudar a Liga dos Amigos do Hospital Garcia da Horta. Devido ao sucesso desta campanha, que excedeu todas as expectativas, a Associação Tampa Amiga, decidiu dar continuidade ao projecto, alargando-o a todas as zonas do país incluindo as regiões autónomas.


Pode aderir a esta campanha listando-se como associado ou em regime de voluntariado… participe…Ponha esta ideia a Andar!

14 de dezembro de 2007

"Em Busca do Tesouro Perdido"

De 13 a 27 de Janeiro de 2008, no Animateatro em Amora, estará em exibição uma peça para crianças intitulada “Em Busca do Tesouro Perdido”.


A história desenrola-se a partir da busca incessante de um tesouro por dois piratas. Um jogo teatral, que envolve as crianças e o público no desenrolar da acção, como parte integrante na resolução dos problemas que vão surgindo. Um jogo em que se resolvem enigmas, cumprem-se tarefas e perseguem-se pistas até ao objectivo final.

8 de dezembro de 2007

"A Princesa e o Castelo" (Parte III)

“O dia da grande aventura chegou.


- Levo comigo o meu colete de salvação e água – declarou Maria, nervosa.


Reginaldo ligou o ruidoso motor só para saírem do porto, e depois içou a vela.


Maria deu o braço à mãe e agarrou-se ao barco com força.


Passado um bocado, o balanço suave do barco a atravessar o canal acalmou Maria. Com a mãe e o valente Reginaldo a seu lado, sentia-se segura. Já sem medo, pôs-se de pé, ficando com a capa de princesa a esvoaçar tal como a robusta vela vermelha que, à força do vento, os fazia zarpar pela brilhante baía azul em direcção ao castelo.


Passaram a tarde a explorar os recantos e os esconderijos do castelo. Maria ficou admirada por não encontrar soldados com espadas, nem jóias, nem trono, nem rei! Mas não estava desiludida.


Deliciaram-se com um magnífico banquete enquanto passeavam o olhar pela baía.


- Já não há nenhum castelo – disse a mãe -, apenas a nossa casinha ao longe, na outra banda.



- Agora sou uma princesa verdadeiramente feliz – declarou Maria, sorrindo.


- Estamos no castelo como nosso próprio rei.


Dito isto, de a Reginaldo um abraço de gigante."


Caroline Binch

7 de dezembro de 2007

"A Princesa e o Castelo" (Parte II)

“Mas a sua mãe estava diferente. Usava bonitas roupas novas, sorria muito e raramente se zangava. Maria sabia que, depois de se irem deitar, Reginaldo vinha visitar a mãe. Habituou-se a ouvir a música suave da viola de Reginaldo que lhe chegava pelas escadas.


Sem que desse por isso, o temível gigante transformara-se num grande urso meigo e brincalhão. Saíam todos juntos para ir à feira ou para fazer piqueniques.


Maria concordou mesmo em ir aos ombros de Reginaldo até à praia que ficava lá em baixo.


- As princesas nunca vão à água – insistia ela.


Reginaldo levou-os a uma linda enseada.


- Vou construir um castelo para a princesa – anunciou, sorrindo. Todos ajudaram; ficou enorme.


- Vamos enfeitá-lo com conchas – sugeriu a mãe.


João e Maria brincaram até o mar subir e entrar na vala.


- Mãe, tenho medo – gritou Maria.


Apesar disso recusou-se a deixar sozinho João no alto do castelo, até a água lhes salpicar os pés.


Divertiram-se imenso com Reginaldo, descobrindo novas praias. Maria ganhou coragem suficiente para patinhar com a água até aos joelhos.


No entanto, Reginaldo e o seu barco eram outra questão.


- Não, não, não deves ir para o barco à vela! – exclamou, muito assustada com a ideia.


- Mãe, não deixes o Reginaldo partir e perder-se.


A mãe também se mostrava preocupada, mas respondeu:


-Não tenhas medo, minha princesa, ele não correrá perigo.


De modo que, quando um dia Reginaldo lhe perguntou: «Princesinha, gostarias de visitar o castelo? Podíamos atravessar a baía no barco à vela», Maria não soube o que responder. Era uma ideia aterradora. Apesar disso detestava perder aquela oportunidade. Todas as suas histórias se inspiravam no castelo. Tinha de ir. (…)”


Caroline Binch

6 de dezembro de 2007

"A Princesa e o Castelo" (Parte I)

“Maria detestava o mar. Vivia mesmo ao lado, numa casa de pedra junto do porto, mas mantinha-se constantemente afastada das suas ondas enormes e frias.


Anos antes, já mal se lembrava, o barco de pesca do pai desaparecera no mar. Ele nunca mais voltara para casa. (...)


Maria via, da janela do seu quarto, o velho castelo no outro lado da baía.


A sua brincadeira preferida era fazer de conta que era uma princesa. Imaginava o pai, o rei, a viver no castelo, esperando pelo seu regresso a casa.


- As princesas não gostam da praia – dizia Maria quando os amigos chamavam por ela sempre que passavam em frente da casa a caminho da praia com os seus baldes e pás.


A princesa Maria preferia montar no seu cavalinho de pau e viver muitas aventuras… Acordar com um beijo de um lindo príncipe… Ou escapar por um triz a dragões e monstros.


Em certa manhã cheia de sol, Maria viu um barco pequeno entrar no porto. Um homem alto e queimado pelo sol manobrava as velas vermelhas.


- Ah, lá vem o Cavaleiro Vermelho – anunciou ela à sua corte.


Alguns dias mais tarde, a mãe apresentou João e Maria a Reginaldo, o seu novo amigo.


- Olá, tu deves ser a Maria – disse o homem com uma voz profunda. Era o gigante, o Cavaleiro Vermelho do barco. Maria assustou-se e, cheia de medo, correu para o seu quarto.


A partir dessa altura a mãe começou a falar muito de Reginaldo, mas Maria recusava-se a vê-lo de novo, apesar de isso entristecer a sua mãe.


- Anda por aí um gigante horrível a tentar raptar uma princesinha – contou ela às suas aias. Só esperava que ele não tentasse fazer o mesmo à sua mãe. (…)”


Caroline Binch

2 de dezembro de 2007

"Ser Criança"













"Ser criança é ser;
papoila ao vento,
gaivota no firmamento.
É ser sol a brilhar,
é céu, é mar.


Ser criança é poder
correr, saltar.
É percorrer o mundo
de lés-a-lés,
é andar em bicos-de-pés. (…)


Ser criança é o sorriso,
que fala de paz,
que fala de amor.
Ser criança é ser grande!
É ser maior."


Maria do Céu Costa



29 de novembro de 2007

Banco Alimentar Contra a Fome

O Banco Alimentar Contra a Fome leva a cabo uma campanha de recolha de alimentos, duas vezes por ano, em supermercados. Esta

Instituição de Solidariedade Social dá continuação ao seu trabalho durante todo o ano.


O trabalho de recolha, armazenamento e distribuição dos alimentos é na sua maioria feito por voluntários, abrangendo cerca de 100 mil pessoas carenciadas em todo o país.


Este ano o Banco Alimentar celebra o seu 15º Aniversário com mais uma campanha de recolha de alimentos. Nos dias 1 e 2 de Dezembro, em superfícies comerciais alargadas a todo o país, venha ajudar esta Instituição de Solidariedade, contribuindo com géneros alimentícios.


“Alimente esta ideia!”

25 de novembro de 2007

"A Árvore Triste"

Era uma vez uma bela quinta onde existia toda a espécie de árvores de fruto: macieiras, laranjeiras, pereiras e outras mais. Havia também um jardim com variadas flores, predominando as rosas.




Quando se entrava nessa quinta respirava-se alegria, pois cada árvore procurava dar o que tinha de mais belo: os saborosos frutos. Também as roseiras alegravam o ambiente com a sua cor e o seu perfume.


Contudo, havia uma árvore que vivia muito triste por causa de um problema de identidade: não sabia quem era!


Queixou-se à macieira e esta disse-lhe:


- Se queres viver feliz, faz um esforço de interiorização, convence-te que és uma macieira e poderás ter saborosíssimas maçãs. Verás como é fácil.


A roseira, que ouviu a conversa, disse-lhe:


- Não faças caso do que diz a macieira. É mais simples para ti dar rosas. Vês como elas são lindas. Terás rosas e serás feliz.


A árvore triste ouviu ainda o concelho de outras árvores. Todas lhe recomendavam o mesmo: que as imitasse e desse frutos iguais aos seus. Se elas viviam felizes, também ela seria feliz.


Em seguida, experimentou fazer o que lhe diziam mas foi um desastre. Não conseguiu dar maçãs, nem rosas, nem laranjas. Por isso, sentia-se cada vez mais frustrada.



Um dia, passou por ali um mocho, a mais sábia das aves. Ao ver o desespero da árvore triste, exclamou:


- Não te preocupes, porque o teu problema é o problema de muitos seres que habitam sobre a terra.


A árvore triste perguntou:


- E qual é a solução para este problema?


O sábio mocho respondeu:


- Não passes a vida a procurar ser o que os outros querem que tu sejas. Conhece cada vez melhor a tua identidade e sê tu própria.


- E que hei-de fazer para conhecer a minha identidade?


- Escuta a voz interior que fala no teu íntimo. Ela te dirá quem és tu.


Dito isto, desapareceu. A árvore, ao cair da tarde, quando o silencio cobria a quinta, fechou os olhos. Ouviu então uma voz interior que lhe dizia:


- Tu nunca darás maçãs porque não és uma macieira; nunca florescerás na Primavera porque não és uma roseira. Tu és um carvalho e o teu destino é cresceres grande e majestoso. Darás abrigos às aves, sombras aos viajantes, beleza à paisagem. (…)



A árvore triste, pouco a pouco, foi assumindo a sua identidade de carvalho. Cresceu e, passado alguns anos, era uma árvore admirada e respeitada por todos. Sentia-se feliz.



Pedrosa Pereira

22 de novembro de 2007

Associação "Novo Futuro"


A Novo Futuro é uma associação que tem como objectivo acolher e apoiar crianças e jovens privados de um ambiente familiar. Foi fundada em 1996 e caracteriza-se por ser uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS).


Esta associação irá organizar nos próximos dias 30 de Novembro e 1 e 2 de Dezembro uma Feira de Solidariedade, no Centro de Congressos em Lisboa, com o intuito de angariar fundos e despertar na sociedade o sentimento de colaboração.


Quem quiser cooperar de uma forma mais intensa pode, ainda, inscrever-se como voluntário, dedicando, assim, algumas horas na organização e preparação da Feira.


Para mais informações consulte o site Novo Futuro.

20 de novembro de 2007

Jogos de Lógica

Olá a todos!...


Deixamo-vos como sugestão o site Plastelina Logic Games que coloca à disposição jogos de lógica, que testam o raciocínio e o QI de qualquer um!


Um dos jogos mais conhecidos – “Três Missionários e Três Canibais” – tem como objectivo ajudar os três missionários e os três canibais a chegar à outra margem do rio. Para que os missionários não sejam devorados, não podem em circunstância alguma, encontrarem-se em menor número que os canibais. No barco apenas poderão viajar duas pessoas.



Boa sorte e divirtam-se!...

18 de novembro de 2007

"A Cerejeira Impaciente"

"Numa colina duma simpática aldeia, havia umas cerejeiras. A Primavera ainda estava longe, mas os habitantes esperavam ansiosos por verem desabrochar as delicadas flores brancas coloridas de rosa. Eram a alegria de toda a gente.


Junto à cerejeira maior havia uma outra, ainda muito nova, mas que tinha crescido com pressa e impaciente por ver todas as suas flores e mostrar os seus frutos. Perguntava muitas vezes à mais velha:


- Quando posso florir?


A mais velha respondia-lhe sempre:


- Tens de ter paciência, minha cara amiga. Na natureza há leis que ninguém pode infringir. Espera pelo teu tempo; verás que terminado o Inverno florirás também tu e produzirás muitas cerejas. Mas por agora não sejas impaciente: aprende a respeitar os tempos de crescimento!


A jovem cerejeira, embora lhe custasse muito ouvir tais concelhos de uma árvore adulta, suspirava:


- Está bem!...


Um dia, em fins de Fevereiro, quando estava uma linda tarde de sol e o Inverno parecia que tinha acabado definitivamente, perguntou à velha cerejeira:


- Posso florir?


Ela respondeu:


- Não, ainda é muito cedo. Isto não é a Primavera. É provável que ainda regressem os dias de frio e gelo.


A nova cerejeira, indisposta, disse:


- Uff! Vós, os grandes, sois sempre assim! Só sabeis dizer que não, que é preciso esperar, ter paciência, e assim sucessivamente. Basta! Está calor e tenho direito a fazer as minhas opções. Serei eu a mandar em mim. Estou farta dos vossos conselhos e dos vossos medos!


E foi assim que dos seus botões despontaram belíssimas flores. Esta jovem cerejeira era muito admirada: as pessoas vinham ver as suas maravilhosas flores brancas coloridas de rosa, fazendo festa a este início de Primavera precoce.


Ela era feliz: pavoneava-se diante de toda a gente, contemplando-se e exaltando a sua beleza.


Mas, como tinha dito a velha cerejeira, aquilo era apenas o anúncio da Primavera. E, de facto, esses dias de sol duraram pouco tempo. Passados poucos dias, veio de novo o frio e também o gelo, queimando todas as suas flores."


Pedrosa Ferreira

16 de novembro de 2007

Município do Seixal promove a prática de desporto

A Acção Social do Município do Seixal promove, apoia e incentiva a criação e a continuidade de respostas dirigidas a crianças e jovens, que promovam o desenvolvimento de equipamentos sociais que se adaptem às necessidades das famílias e das comunidades.


No que diz respeito à área da educação, este município é responsável por impulsionar os seguintes projectos:


- Projecto Alfabetização Musical - O Projecto de Alfabetização Musical do Seixal promove o “despertar” para as primeiras noções e sensações da música. Os pais e os professores aderem a este projecto com entusiasmo e alegria, sobretudo durante as “Aulas Abertas” que no final de cada ano lectivo reflectem a dinâmica e o envolvimento do projecto Alfabetização Musical.


- Projecto Educação Ambiental - Contribuir para a criação de hábitos e atitudes conducentes à defesa e preservação do ambiente, dinamizar actividades que proporcionem às crianças e jovens um crescimento saudável, Em harmonia com o meio social e natural envolvente, são os objectivos deste projecto. Entre as actividades desenvolvidas, de acordo com os planos ou projectos de área-escola e em articulação com os clubes de ambiente e da natureza, destacam-se as visitas de estudo, saídas de campo, caminhadas à descoberta, encontros do ambiente, ateliers, jogos temáticos e incentivo à criação/manutenção de hortas pedagógicas.


- Feira dos Projectos Educativos - Feira de Projectos Educativos é uma iniciativa bianual cuja 6ª edição teve lugar em Maio de 2005 na Companhia de Lanifícios de Arrentela. Apresenta-se como um espaço de encontro entre a autarquia, a comunidade educativa municipal e diversos animadores da área da música, desporto, juventude e educação. É uma iniciativa materializada através da mostra de trabalhos práticos das escolas numa perspectiva de animação, quer na exposição de vários projectos desenvolvidos ao longo do ano lectivo, pela autarquia e pelas escolas do concelho, e ainda de espaços de ateliers em diversas áreas (teatro, dança, música, expressão plástica, artesanato, jogos tradicionais, entre outros).


O Município do Seixal incita também, a realização de vários desportos, com o intuito de promover a actividade física, diminuindo a inércia e o sedentarismo. Deste modo, no campo do desporto, este município apoia os seguintes projectos:


- Seixalíada - 24.ª edição da Seixalíada tem início no dia 22 de Setembro e prolonga-se até ao dia 20 de Outubro. A iniciativa está aberta a todos os atletas de todas as idades de ambos os sexos, federados ou não, representando clubes, empresas, instituições ou concorrendo a título individual. Este ano o número de modalidades é superior a 60, entre olímpicas, tradicionais, radicais e jogos de mesa, nas disciplinas individuais, com destaque para o atletismo, badminton, boxe, natação e cicloturismo, e as colectivas, como o futebol de 11, o futsal, o basquetebol, o andebol e o voleibol.


- Jogos do Seixal - O grande objectivo desta iniciativa continua a ser a promoção da prática regular da actividade desportiva junto dos munícipes, contribuindo, ao mesmo tempo para a criação de estilos de vida saudáveis. Neste campo, é dada uma atenção especial às crianças, através de um conjunto de actividades dirigidas às escolas do primeiro ciclo, à população idosa e aos portadores de deficiência, através de programas especiais.


Para mais informações consulte o site da Câmara Municipal do Seixal.

13 de novembro de 2007

Vem por as mãos na massa!!

Olá a todos!...

Sábado, 17 de Novembro, no Centro Ciência Viva de Tavira


Das 15 às 18h


(para mais informações consultem este site, onde se publicam vários eventos, como exposições, actividades e experiências de carácter científico e tecnológico, tornando-as acessíveis sobretudo aos jovens).


Oficina Científica de Produção de Pão


"Que se amassa o pão, toda a gente sabe!
Mas para que serve tanto trabalho?


Que a massa tem que levedar também não é novidade!
Mas o que fazem as leveduras ao pão?


Experimentem fazer pão da maneira tradicional e conhecer a fundo os segredos deste processo biotecnológico, no qual Homem e Leveduras trabalham em conjunto, há milénios!" (Centro de Ciência Viva de Tavira)


12 de novembro de 2007

O Chapéuzinho











A menina comprou um chapéu

E pô-lo devagarinho:

Nele nasceram papoilas,

Dois pássaros fizeram ninho.


Chapéu de palha de trigo

Que a foice um dia cortou:

Na cabeça da menina,

O trigo ressuscitou.


Depois tirou o chapéu,

Tirou-o devagarinho,

Não vão murchar as papoilas

Não se vá espantar o ninho.


E, chapéuzinho na mão,

De cabeça levantada,

A menina olhou o sol

Como a dizer-lhe: Obrigada!


Matilde Rosa Araújo

11 de novembro de 2007

"A Trama da Vida"

"Carlota, a aranha um pouco ingénua, há muito que contemplava extasiada o cartaz luminoso da loja que estava mesmo em frente do charco. Podia ler-se: «A loja dos desejos».


Um dia, enchendo-se de coragem, entrou e pediu a uma velha tartaruga que estava do outro lado do balcão:


- Desejava felicidade, saúde e sucesso em grande quantidade.


A sábia tartaruga, depois de ter ajustado os óculos, olhou para ela fixamente e retirou-se lentamente para dentro.


Os minutos passavam e a tartaruga nunca mais aparecia, embora se ouvisse que lá dentro havia movimento.


Finalmente, apresentou-se com um conjunto de fios de várias cores e um pequeno tear. Entregou tudo à aranha e disse-lhe:


-Aqui tens.


A aranha respondeu:


A tartaruga continuou:


- Não sejas ingénua e superficial: observa bem. Na vida tudo está por construir. Cada coisa terá de ser feita com as várias cores que forma a realidade. (…)


Pega em todos estes fios que te dei e com eles procura tecer a trama da vida. Não penses que será simples e nem sequer fácil ou que te ocupará pouco tempo. O tapete terminará apenas com a tua vida, mas é na sábia combinação destes fios que encontrarás o que sempre desejaste. E agora, bom trabalho, amiga Carlota.”


Adaptado de Sérgio Bocchini

9 de novembro de 2007

Portefólio Digital - Googlepages

Olá a todos!

Sugerimos que visitem o nosso Portefólio construído no Googlepages –
"Inventar, Criar e Aprender...", porque gostaríamos de partilhar convosco o trabalho que temos vindo a realizar no âmbito da disciplina "Utilizações Educativas dos Computadores".

Beijinhos...

3 de novembro de 2007

Ou Isto Ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol

ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem, sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,

ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…

e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.



Cecília Meireles

1 de novembro de 2007

Operação Nariz Vermelho


Olá a todos...

Desta vez, deixamos como sugestão uma visita ao site da Operação Nariz Vermelho.

É através da arte do palhaço, que estes voluntários se juntam e visitam diversos hospitais de todo o país, proporcionando à criança hospitalizada, assim como aos pais e profissionais de saúde, momentos de alegria e diversão.

Esta associação visa, assim, amenizar a relação da criança com o ambiente hospitalar, transmitindo-lhe confiança e optimismo.

"Por trás do trabalho realizado pelos doutores palhaços nos hospitais está uma equipa incansável! Repleta de doçura, alegria, humor, generosidade, sorrisos, abraços, discussões, lágrimas, amizade e atenção pelos outros. Gente grande (de verdade) com coragem de ser sempre criança." (Operação Nariz Vermelho)

29 de outubro de 2007

As mãos



Com mãos se faz a paz se faz a guerra.

Com mãos tudo se faz e se desfaz.

Com mãos se faz o poema – e são de terra.

Com mãos se faz a guerra – e são a paz.


Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.

Não são de pedras estas casas mas

de mãos. E estão no fruto e na palavra

as mãos que são o canto e são as armas.


E cravam-se no Tempo como farpas

as mãos que vês nas coisas transformadas.

Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.


Ninguém pode vencer estas espadas:

nas tuas mãos começa a liberdade.


Manuel Alegre

22 de outubro de 2007

A Catedral

“(…) No principio havia uma muralha. Dezenas de anos se passaram, a capela transformou-se numa igreja. Mais um século e a igreja tornou-se uma catedral gótica. A catedral conheceu os seus momentos de glória, teve alguns problemas de estrutura, foi abandonada por um período, passou por reformas que deformaram a sua estrutura, mas cada geração achava que tinha resolvido o problema e refazia os planos originais.
E a catedral resistia a tudo.

Caminho pelo seu esqueleto, vendo as reformas actuais: desta vez os arquitectos garantem que encontraram a melhor solução.

E, de repente, no meio da nave central, dou-me conta de algo muito importante: a catedral sou eu, é cada um de nós. Vamos crescendo, mudando de forma, deparamo-nos com algumas fraquezas que têm de ser corrigidas, nem sempre escolhemos a melhor solução, mas apesar de tudo continuamos em frente, tentando manter-nos erectos, correctos, de modo a honrar não as paredes, nem as portas ou janelas, mas o espaço vazio que está ali dentro, o espaço onde adoramos e veneramos aquilo que nos é caro e importante.

Sim, somos uma catedral, sem dúvida alguma. Mas o que está no espaço vazio da minha catedral interior? (…)”

(O Zahir, Paulo Coelho)

16 de outubro de 2007

Flores (Parte II)


As minhas flores eram doces crianças… floresciam aos meus olhos, alegres, brincalhonas, sorridentes… vivem a sua infância com toda a espontaneidade e naturalidade que tanto as caracteriza…


Em cada dia tento proporcionar o seu alimento… sim! Porque estas minhas flores vivem também ao sabor do vento… vivem de sonhos, de calor, de afecto!...


A sua imaginação permite-lhes voar a todo o tempo… mas ao meu jardim sempre regressam em busca de conforto, de paz, de segurança, de afecto… olham-me nos olhos e sorriem… e eu?? Eu… mais uma vez sorrio com elas! …

Flores (Parte I)

O dia está soalheiro. O sol entra sem timidez iluminando toda a casa. Abro as janelas voltadas para o meu jardim. Lá fora as flores que semeie abraçam o sol e parecem sorrir ao sabor da leve brisa. Eu sorrio também… relembro o tempo em que escolhi cuidadosamente o terreno, onde retirei as ervas daninhas e espalhei cada sementinha. Corria todas as manhãs para o jardim, apressava-me a regar cada uma delas e esperava ansiosa para que florescessem…


Certo dia, tal não foi a minha surpresa, quando vejo que cada sementinha germinara e com determinação rompiam a terra tentando alcançar o sol! Cada flor, pequena e frágil, única, singular… lutava para crescer e vencer nas adversidades da vida.


Eu observava-as com admiração… uma vez rompendo o solo cresciam com afinco, cada vez mais fortes, mais viçosas. Nas adversidades progrediam, os obstáculos transpunham-nos, cada experiência viviam-na, e com a vida sorriam… e eu?!... Eu sorria com elas!...

15 de outubro de 2007

Olá!

Este é o nosso blog.
Espreitem e comentem!

Beijinhos